O Facebook anunciou hoje novas restrições para editores nos EUA que acredita estarem “estruturalmente vinculados” a entidades políticas. A última mudança de política ocorre com a aproximação das eleições nos Estados Unidos.

Com a nova política, as páginas de notícias afiliadas a partidos políticos, comitês de ação política, políticos e outras organizações que podem influenciar políticas públicas ou eleições serão excluídas da guia Notícias do Facebook. Essa seção, lançada em outubro do ano passado, exibe uma ampla gama de artigos de notícias, além de artigos que aparecem no feed de notícias principal do site de rede social. Além disso, essas páginas terão negado o acesso a mensagens de notícias na plataforma Messenger Business ou na API de negócios WhatsApp.

Obviamente, essas páginas ainda podem existir e anunciar na plataforma, mas os mesmos padrões que o Facebook usa para regulamentar entidades políticas no que diz respeito à publicidade também serão aplicados a elas. Além disso, esses editores não podem mais reivindicar a isenção de notícias no processo de autorização de anúncios. O Facebook exige que grupos de mídia controlados pelo estado e páginas vinculadas a entidades políticas passem por esse processo de autorização quando veiculam “anúncios sobre questões sociais, eleições ou política”. Essas páginas também devem incluir a isenção de responsabilidade “Pago por” em seus anúncios.

O anúncio de hoje faz parte das regras mais rígidas do Facebook sobre anúncios políticos. No início deste ano, a plataforma expandiu os controles de usuário para esses tipos de anúncios, permitindo que os usuários vejam menos anúncios políticos no Facebook e Instagram ou parem de ver os anúncios completamente.

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